Apenas palavras…

Um pequeno texto que fiz há mais de 10 anos… Nasceu com designação de poema, foi cantado por “Missing Birds” e, de forma subtil, em 2005 aparece na pintura, como titulo de um painel da Colecção “Eu, tu e aquilo que nos resta”, de Bailão Lopes, mas uma vez que se apresenta fragmentado, perde-se a noção de que é um todo.

As telas representam uma caminhada. Uma caminhada interna. Dentro de cada um de nós.

“E quando a vida não é justa,
Não há nada a fazer
Proclamamos a nossa morte
E deixamo-nos morrer.

Vivemos o tempo que nos resta
A relembrar o passado
Chorando
Por todas as coisas
que fizemos de errado.

E assim se passa,
Cada dia, cada ano,
Até que nos lembramos
Que errar é Humano.”

"E quando a vida não é justa, não há nada a fazer..." Misto s/ tela (40cmx40cm), 2005, 120€

“…proclamamos a nossa morte e deixamo-nos morrer...", Misto s/ tela (40cmx40cm), 2005, 120€

"...vivemos o tempo que nos resta a relembrar o passado...", Misto s/ tela (40cmx40cm), 2005, 120€

“…chorando por todas as coisas que fizemos de errado...", Misto s/ tela (40cmx40cm), 2005, 120€

"e assim se passa, cada dia, cada ano..." Misto s/ tela (40cmx40cm) 2005, 120€

"…até que nos lembramos que errar é humano.", Misto s/ tela (40cmx40cm), 2005, 120€

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